terça-feira, 10 de maio de 2016

25 gastos desnecessários que você nem imagina

Dicas para economizar: 25 gastos desnecessários que você nem imagina

Toda economia vale a pena! Veja na lista abaixo se você pode estar gastando dinheiro em coisas que nem imaginava. Se você já conhece todas, parabéns! Passe adiante para seus amigos, familiares e colegas! Com certeza muitos podem estar precisando ler essas dicas!


  1. Desorganização.Ok, posso ser super parcial por começar com esta, mas a verdade é que, quando você não se organiza, você desperdiça MUITO dinheiro. Não só comprando canetas, pendrives e outros objetos duplicados simplesmente porque não achou os que já tinha no meio da sua bagunça (“mas eu tenho certeza que já tinha comprado um cortador de unhas!”), mas se planejando para situações como desemprego, evitando financiamentos e parcelamentos (e pagando juros altíssimos), aposentadoria, entre muitas outras. Você só tem a ganhar organizando a vida. 
  2. Comprar itens individualmente.
    Pode parecer polêmico, mas muitas vezes compramos alimento embalado, caneta, caderno e outros objetos individualmente e acabamos pagando mais caro por isso. Em alguns casos, se você for usar mais vezes esse produto, pode valer a pena comprar em quantidade e pagar mais barato. Um exemplo típico é ração para cachorro. Se você comprar o pacote de 1 kg sempre que acabar, pagará um valor como R$ 12. Se comprar o pacote de 10 kg, pode economizar muito, chegando a pagar R$ 6 ou R$ 7 o quilo em alguns estabelecimentos. Isso acontece com muitos produtos. Isso quando mercados e outras lojas não fazem promoções tipo “leve 3, pague 2”, mas confira se 1) o preço dos três produtos não está embutido no valor dos dois e 2) você realmente usará todos esses produtos. Às vezes, vale a pena comprar apenas um mesmo.
  3. Não usar desconto de estudante e outras promoções de cartões, cupons e seguros.
    Use todos os descontos que conseguir, pois são direitos seus! Se seu seguro de carro dá direito a uma visita do encanador, não há por que chamar um encanador particular. Se você estuda em uma universidade, vale a pena investir na carteirinha de estudante anual para conseguir descontos em shows, cinema, teatro e outros. Se você ganhou um cupom de desconto para um produto que precisa ou um serviço que solicitaria de qualquer maneira, aproveite a promoção.
  4. Comprar panos de limpeza.
    Eu sei que existe uma variedade gigantesca de panos de limpeza e que cada um tem sua especificidade. Mas sou contra jogar coisas no lixo. E, muitas vezes, uma camiseta velha, velhinha mesmo, daquelas que não podem ser doadas, servem como pano de chão. E dos bons! Isso serve para muitas peças de roupas. Panos de limpeza são usados constantemente durante toda a vida e, se você sempre tiver que comprar, vai gastar um dinheiro considerável com eles. Numa boa, economize! Até mesmo alguns produtos de limpeza podem ser substituídos muitas vezes por soluções mais baratas e naturais. Não só seu bolso como a natureza agradecem!
  5. Ir mais de uma vez por semana ao supermercado.
    Quando você fraciona as suas compras, sabe o que acontece? Você perde a noção do quanto você está gastando. Dói muito menos no bolso gastar 80 aqui, 120 ali, que 400 reais de uma só vez. Qual é a minha recomendação: planeje o menu semanal para toda a sua família, incluindo os lanchinhos, e vá ao mercado buscando aproveitar os alimentos ao máximo, comprando as quantidades certas. Assim, não sobra nem falta, e você não gasta a mais nem joga alimentos fora. Além do que, tempo é dinheiro. A não ser que você tenha os dois para gastar, não faça isso.
  6. Tomar café na rua.
    Essa dica é básica, mas mesmo assim eu vejo tanta gente tomando café na rua diariamente! Se for algo pontual, que você faz de vez em quando, numa ocasião especial, quando encontra alguém, quando faz uma reunião, é uma coisa. Outra totalmente diferente é aquele cafézinho diário, já habitual, que você já nem faz mais tanta questão mas está ali, todo dia na agenda. Já fez as contas de quanto custa um café de 2,50 todos os dias durante um mês inteiro? 60 reais. Ou 720 reais por ano, para ser mais exata.
  7. Não carregar com você uma sacola reutilizável.
    Eu sei que muitas pessoas utilizam sacolas de plástico para o lixo depois. Porém, deixe isso para as gratuitas. Quando forem pagas, use a sua. “Ai Thais, que horror, são tão baratinhas”. Tudo bem, você que sabe.
  8. Lâminas descartáveis.
    Uma vez uma amiga minha me disse que comprou um jogo de lâminas de barbear “para homens” e se sentiu “liberta” porque são muito mais baratas e boas do mesmo jeito. Pois é. Gente, não é porque o livro diz que homens são de marte e mulheres são de Vênus que você necessariamente precisa comprar a lâmina de barbear do planeta relacionado ao seu gênero. Lâminas descartáveis são super caras e, em teoria, você deveria descartar depois de poucos usos. Que carteira resiste a isso? Compre bons aparelhos de barbear e substitua os refis.
  9. Bebidas durante as refeições.
    Aqui vale a mesma coisa que o café. Uma vez ou outra, vá lá. Todos os dias, faz um rombo no seu orçamento. Fora que não faz muito bem para a saúde beber qualquer tipo de líquido enquanto se alimenta (pergunte ao seu médico).
  10. Produtos de limpeza em demasiado.
    Aqui vou ser herege novamente (por causa do blog), mas eu sou a favor do suficiente. Não precisamos de 32 tipos de amaciantes, alvejantes e sabonetes líquidos. Adoro conhecer aromas e testar novidades, mas uma de cada vez. Ter vários produtos abertos em casa ao mesmo tempo não é comigo. Recomendo comprar um de cada vez.
  11. Cosméticos em exagero.
    Aqui vale a mesma coisa. Eu adoro ler blogs de moda e beleza. Adoro mesmo, tiro muitas dicas boas. Mas não podemos tomar a vida dessas moças, que vivem disso como seu trabalho, como a nossa realidade. Não é para ter 15 tipos de hidratantes noturnos na gaveta do meu criado-mudo. Um só basta. Use até acabar. Fora que ter um monte de produtos abertos nem é recomendado. Eles estragam rápido. Logo, vale mais a pena comprar um, usar até o fim, comprar outro e por aí vai. E, se você fizer isso, pode até se permitir comprar aquele melhorzinho, que é meio “sonho de consumo”. Melhor comprar um bom que um monte ruim.
  12. Deixar sua saúde de lado.
    Quando você deixa de ir ao dentista com frequência, depois tem que investir em um tratamento dentário mais caro. Quando você não faz um exercício físico, depois tem que comprar remédios e outras coisas. Tudo na vida tem um preço. Você tem que saber no que vale a pena investir. Minha mãe costuma dizer que quem compra na feira economiza na farmácia. Eu adoro essa frase dela, e acho que é muito verdadeira!
  13. Comprar roupas nos lançamentos das coleções.
    Se você gosta de moda como eu, pode ser que acompanhe as coleções, tanto de desfiles quanto de fast-fashion. E também já deve ter percebido que, se comprar na semana do lançamento, pagará o “preço cheio”, sempre mais caro. Muitas vezes, algumas poucas semanas depois, os preços caem de 50 a 80%. Espere. Nada vai acontecer na sua vida se você não conseguir comprar uma peça de roupa na liquidação depois. Roupas sempre existirão. Não vale a pena pagar caro por algo que não vale esse preço.
  14. Comprar coisas que você não precisa.
    Essa também pode parecer óbvia, mas é tão comum, especialmente com roupas, por isso já quis emendar. Se viu uma roupa na promoção, mas não ficou boa, você não precisa, o tecido não é bom, não combina com nada que você tem, não compre. O mesmo vale para todo outro tipo de objeto.
  15. Deixar os pneus do carro descalibrados.
    Quando você não calibra os pneus, além de fazer mal para o seu pulso (pois o volante fica mais pesado), o carro gasta mais combustível. Resultado: você gasta mais dinheiro com combustível sem nem perceber. “Acontece que, com um pneu descalibrado, o automóvel tem mais contato com o solo. Com mais borracha se arrastando no asfalto da rua, o carro vai precisa gerar mais força, mais rotações do motor, para desenvolver a velocidade desejada.” Fonte: Revista Super Interessante.
  16. Compra de aplicativos, e-books e joguinhos.
    Se você já gastou 1,99 para passar de fase no Candy Crush, comprou e-books por 0,99 no Kindle ou baixou um app imperdível por 3,99 sabe do que eu estou falando. Fazer essas compras é algo muito rápido e fácil, por isso fazemos. Mas, com o dólar a quase 4 reais, mal percebemos o quanto estamos gastando. Pense: se você comprar 10 aplicativos de 1 dólar por mês, terá gasto 40 reais! Em um ano, serão 480 reais! É muita coisa para nada! Repense essas pequenas compras e tente não navegar no celular quando estiver com sono, com tédio ou cansado(a).
  17. Ventilador, ar condicionado e aquecedor o tempo todo.
    A gente vive em um país muito quente. Ok, temos alguns dias frios em algumas regiões, e aí algumas pessoas usam aquecedores. Muitas vezes, não precisamos usar tanto ventilador, ar condicionado e aquecedor – basta abrir mais as janelas, tomar sol e curtir a brisinha que entra. Mas é mais fácil só apertar um botão. Não estou dizendo para não usar, mas para tentar reduzir e não usar o tempo todo. Se usar durante 30 minutos e deixar desligado durante outros 30, já reduzirá o consumo pela metade.
  18. Serviços de assinatura que você não usa.
    Você pode até me dizer que essa dica é óbvia também, mas nem tanto. Vejo muita gente que tem assinatura de aplicativos e outros serviços de Internet que nem se lembrava. Dê uma analisada na sua fatura do cartão de crédito e na sua conta do Pay Pal e corte alguns acessos. Se você assina revistas, repense. Deixe apenas aquelas assinaturas que realmente fazem algum tipo de sentido.
  19. Usar só cartão para tudo.
    Eu sei que usar milhas pode ser extremamente vantajoso, mas a maioria das pessoas não sabe como fazer isso. Se você sabe, simplesmente pule esta dica – ela não é para você. Se você não usa milhas nem tem interesse em aprender a usá-las, repense o uso do seu cartão para tudo. O problema de usar só cartão não é o cartão em si, mas o fato de você se desacostumar com o uso do dinheiro. E, quando a gente se desacostuma a usar dinheiro, ele perde o seu valor. É muito mais fácil passar 54 reais no débito que pagar em dinheiro vivo – dói menos, sabe? E aí a gente acaba gastando mais mesmo que não perceba. E é claro que isso aqui não vale para todo mundo. Tem muita gente que só usa cartão e é super consciente. Mais uma vez, se for o seu caso, ignore esta dica. Ela vale para quem se identifica com ela.
  20. TV a cabo.
    Estamos vivendo em uma época de insegurança que não sabemos se teremos Internet ilimitada para assistir Netflix. Fonte: Fantástico. No entanto, enquanto isso não acontece, aproveite. Não gaste seu dinheiro todo mês em algo que quase ninguém assiste. Muitas pessoas têm tv a cabo apenas para que os canais da tv aberta peguem (por causa da antena). Invista em um conversor digital ou em uma antena digital. Sai mais barato. E utilize sua rede wifi para acesso a serviços como YouTube e Netflix para assistir o que deseja.
  21. Deixar para pagar as contas no dia do vencimento.
    Nada pior e mais desorganizado que deixar qualquer coisa para a última hora, inclusive contas. Pague com antecedência, sempre que puder. Muitas vezes, você pode até mesmo negociar descontos, se ligar na prestadora de serviços (tente!). Além do que, se você deixar para a última hora e deixar passar um dia por qualquer imprevisto, pode pagar juros altíssimos por dia, gastando dinheiro desnecessariamente. Evite.
  22. Fazer lanchinhos na rua.
    De uma barrinha de cereal a um chocolatinho e uma balinha, sempre que você levar de casa, economizará mais. Programe seu menu para a semana, compre no mercado com antecedência e economize de 50 a 80% do valor das coisas que compraria na rua. Se você se organizar, dá para levar até sanduíches, caldos e saladas para comer em trânsito com uma pequena lancheirinha e os acessórios corretos.
  23. Pagar alguém para reparos e serviços simples.
    Ok, eu adoro delegar tarefas. Acho que nosso tempo é nosso bem mais precioso e ele deve ser valorizado. Porém, gastamos muito dinheiro com coisas como manicure e pequenas pinturas. Sou a favor do incentivo a micro empresários (sou um deles), mas escolha aqueles serviços que você não pode ou não consegue fazer. Eu sou péssima para fazer as minhas unhas, mas vou à manicure somente se tiver algum evento muito que não dê para enganar fazendo as unhas eu mesma em casa. Em todas as outras semanas do ano, eu faço em casa e economizo quanto? Muito. Muitas pessoas gastam rios de dinheiro com serviços que elas mesmas podem fazer, e não é nem questão de tempo ou capacidade, mas hábito. Eu não quero ditar regras na vida de ninguém, mas quero incentivar você a repensá-los.
  24. Comprar produtos só pela marca.
    Eu tenho minhas marcas preferidas porque, na maioria dos casos, elas representam alguns valores e uma qualidade que, para mim, são importantes. Mas, para muitos produtos, eu realmente questiono a questão da marca. Vejo que a variação de preços para coisas como sabonete é enorme! Se a gente sempre quiser comprar a marca mais reconhecida ou famosa do mercado, a diferença no valor final será gigantesca. Será que vale a pena? Mais uma vez: não é preto no branco, mas acho que vale a pena questionarmos todas as nossas escolhas. E, se uma marca for importante para nós, pensarmos: por quê? Pode ser um indicativo interessante.
  25. Deixar para comprar só quando estiver com fome / em emergências.
    Aqui vale não apenas para alimentos, mas para várias outras coisas. Nada pior que ter que trocar os pneus porque os atuais estouraram, mas no momento todos os preços estão lá em cima. Se tivesse comprado um mês atrás, teria economizado. Nada pior que comprar os materiais escolares pelo dobro do preço na véspera da volta às aulas. Nada pior que deixar para comer quando está morrendo de fome, em vez de se organizar para almoçar na hora certa, e aí ter que parar no primeiro lugar que aparecer, com comida ruim e cara. Enfim, tudo se resume a: organize-se minimamente.

    Fonte: Thaís Godinho do Blog Vida Organizada

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dicas Air Fryer

Tem muita gente com dúvidas ainda sobre a eficácia da air fryer.
Resolvi então fazer esse post, baseado nas minhas experiências com a minha que a marca é da Mondial.
Dá pra ser feito coisas simples como hambúrguer por exemplo;


Já para as batatas fritas ficarem ainda mais crocantes, o macete é pincelar um pouquinho de azeite por cima delas ainda cruas. Isso ajuda na crocância e também a tirar o gosto de batata congelada.


Já Frita e bem crocante


Tulipa de frango


Polenta palito (também foi colocado um fiozinho de azeite)


Bacon fritinho


Linguiça Calabresa frita


Filé de peixe empanado (ficou extremamente crocante, não coloquei azeite, mas colocando ele fica um pouco menos seco)


O Pastel feito na Air Fryer, já dei a receita aqui.




O mais importante que você precisa saber sobre sua air fryer é: quase tudo o que levar uma certa crocância, o ideal é pincelar um pouquinho de azeite, isso permite que reverta a secura do prato em crocância e sabor.
Outra dica importante que vale muito ressaltar é estar virando ou mexendo sempre o prato para que fique com a mesma textura de todos os lados.

Guacamole



Uma das comidas que mais gosto, sem dúvida alguma é a Mexicana.
Tem um sabor muito bom e com um toque de quero mais.
Pensando nisso, resolvi fazer um Guacamole em casa para degustar um dia desses.
Ficou divino!
Então resolvi passar a receita pra vocês.

Guacamole

Ingredientes:

2 Abacates médios maduros
1 Tomate
1 Cebola roxa pequena (se não tiver, pode ser a tradicional mesmo)
1 Limão
1 Dente de alho picado
1 Pimenta Dedo de Moça
Coentro a gosto (eu não gosto de coentro, então usei salsinha)
Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo:

Corte os abacates ao meio, tire caroço e casca e pique dentro de uma vasilha média. Acrescente o limão e amasse todo ele com um garfo.
Depois acrescente o alho, a cebola, o tomate, a pimenta e misture muito bem.
Acrescente o coentro, o sal e pimenta do reino a gosto.
O ideal é que faça com antecedência para que ele tome um gostinho por 2 horas na geladeira ates de servir.
Depois sirva com nachos de milho ou com algo mais prático como "Doritos".



quarta-feira, 4 de maio de 2016

Divórcio por Arnaldo Jabor


Sempre gostei das crônicas de Arnaldo Jabor.
Ele tem o dom de falar e fazer as pessoas pensarem sobre o assunto.
E falar sobre casamento não é uma tarefa fácil.
Cada casal tem a sua particularidade, cada pessoa tem seu jeito e cada um sabe onde o calo aperta.
Um casal para a sociedade é uma coisa, entre quatro paredes a situação muda de figura.
Mas para mim, o casamento não tem uma definição melhor da que ele descreveu.

Divórcio por Arnaldo Jabor

"Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.

Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.

Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?

É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”



sexta-feira, 29 de abril de 2016

Carne Moída Prática


E graças a Deus chegou o frio.
Com ele vem a preguiça de ficar elaborando um jantar cheio de ideias, de "não me toques", de ingredientes especiais...
Bom mesmo é preparar algo gostoso, prático e rápido pra poder correr de volta pro sofá e cobertas assistir a novela.

Pensando nisso... Em vocês e em mim, claro...
Aqui vai uma receitinha prática, rápida e que fica muito boa!
Não é tão light assim, então é bom maneirar na pedida.

Carne Moída Prática

Ingredientes:
500 g de carne moída de primeira
1/2 pacote de sopa ou creme de cebola
1/2 lata de creme de leite (tire um pouco do soro)

Modo de preparar:
Coloque a carne moída em uma tigela, misture a sopa de cebola e se desejar colocar algum tempero a mais, como pimenta do reino, páprica, salsinha... fique a vontade. Após isso, misture o creme de leite sem deixar cair muito soro. O creme de leite deixará a carne um pouco adocicada, mas cuidado ao colocar um pouco mais de sal.
Misture tudo muito bem e coloque em um refratário.
Leve ao forno por uns 40 minutos ou até que seque bem a água e fique com aparência "tostadinha".
Há quem coloque por cima, requeijão, queijo ou batata palha.
Vai de cada um, pra mim assim já é o bastante.
Sirva ainda quente.
Essa carne fica maravilhosa pra comer com uma saladinha de verduras a noite ou legumes.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

4 dicas para trabalhar em casa



Craft room, ateliê, estúdio criativo, não importa o nome. Deixar o trabalho formal para se dedicar ao Home Office ou criar o seu próprio espaço para dar vida às suas criações é o sonho de muita gente hoje em dia. E quem tem um trabalho fixo e usa o artesanato e artes como hobby também merece o seu próprio cantinho, porque não? Vamos explorar aqui 4 dicas para trabalhar em casa, e quem redigiu esse conteúdo foi nossa parceria Carol Moré do blog FTC.

Ter um ambiente exclusivo para trabalhar em seus projetos e que seja a sua cara é importantíssimo para que suas ideias decolem. Um local aconchegante, alegre e organizado faz ou trabalho render muito mais.

Mas e como começar? Como ter foco dentro de casa? Pensando nisso, hoje trazemos 4 dicas para você decorar, organizar e arrumar o seu ateliê e deixá-lo super confortável. Confira:



1- DEFINA O SEU LOCAL DE TRABALHO

É bem comum que, por causa do pouco espaço, muita gente monte um canto em seu próprio quarto ou na sala, por exemplo. Sem problemas! Se não puder ter um cômodo vago só para isso, invista em uma mesa de trabalho agradável e a encare como o seu escritório, sua oficina.

É essencial que você delimite que aquele espaço é O SEU HOME OFFICE. Dessa forma, você estará vendo de maneira séria e profissional,respeitando horários de trabalho e uma agenda.


2- DECORE O SEU ESPAÇO


Um local com muitas cores e bem organizado pode influenciar positivamente no seu bem estar, melhorando o humor e, principalmente, estimulando a criatividade. Então decore! Coloque flores, imprima pôsteres com frases inspiradoras, use objetos pessoais por perto para levantar o astral.

Se você é daquelas que passa o dia todo no atelier de costura, um mural pode ser super útil para anotar seus projetos e suas atividades. Já uma parede pintada com tinta lousa pode deixar o ambiente mais funcional e moderno! Outra dica é usar o pegboard (placa de eucatex aqui no Brasil), ideia útil com funcionalidade.

Ainda dá para fazer um varal de ideias, pendurar pranchetas ou bastidores revestidos de tecidos coloridos para deixar ali algumas anotações.



3- ORGANIZAÇÃO

Faça uma faxina geral e dispense tudo aquilo que não utiliza: colas acabadas, recibos e papéis que não servem mais. Na sua mesa de trabalho devem ficar as ferramentas que precisam estar sempre ao alcance das mãos.

Você pode dar uma nova chance aos objetos que seriam descartados como latas, vidros e potes – que podem se transformar em porta trecos, porta lápis ou guardar miudezas. Usar móveis com prateleiras, diferentes compartimentos e caixinhas deixam os materiais mais organizados e facilitam o dia a dia.

Uma maneira muito legal e fácil de organizar é separar tudo por cores! A cor pode até ser o tema do seu atelier!




4- FOCO

Nem tudo são flores dentro de casa. É preciso ter muito foco e determinação. Por isso, lembre-se:

Vista-se! Nunca, jamais, em hipótese alguma, vá trabalhar de pijama. Não deixe que as tarefas de casa se confundam com as do trabalho. Tome um banho, coloque uma roupa e entenda que o seu horário de trabalho está começando naquele momento.

Beba água! Beber água estimula o cérebro, te dá mais clareza e te ajuda a ser mais produtivo. Por isso, se você nunca lembra de beber água, coloque um despertador ou baixe algum aplicativo pra te ajudar. Estabeleça horários! Você também deve se livrar das intermináveis e sedutoras distrações. Facebook, Instagram, WhatsApp.

Feche o escritório! Finalizou todas as suas tarefas? Então é hora de “fechar o escritório”. Arrume a sua mesa e guarde todos os materiais de trabalho.

Não é porque você trabalha de casa que deve passar 24 horas trabalhando.

Seja flexível! Cumpriu todas as suas tarefas e ficou com tempo livre?! Vá passear! Fazer atividades ao ar livre, além de acalmar corpo e a mente, ainda são ótimos pra criatividade. Dizem que é justamente nos momentos de lazer que temos os melhores insights criativos!



E aí, pronta para começar o seu? Aqui tem uma lista de produtos criativos para começar a organização do seu espaço.

domingo, 24 de abril de 2016

Silhouette - 12 dicas de como ler marcas de registro

Tem sido muito comum as pessoas se desesperarem porque a silhouette não lê as marcas de registro.
Bom, quem tem experiência com a máquina, sabe que ela muitas vezes é temperamental.
Não que isso seja um problema, não é! Mas saber lidar com os "fricotes" dela é muito importante para que você tenha um bom desempenho com seus trabalhos.
Aqui vai algumas dicas sobre como lidar com isso;

  1. Primeiro de tudo, veja se as marcas estão bem desenhadas, se não estiver, uma marcação com uma caneta preta em cima dela resolve o problema.
  2. Veja se a base tem cola suficiente. Muitas vezes ela não lê a marca de registro por falta de cola. Se você tiver um raspador, utilize-o para assentar melhor a folha na base.
  3. Veja se não há luz interferindo na leitura. Faça testes de mandar ler com a tampa aberta e com ela fechada. Isso pode dar muita diferença.
  4. Se a base for genérica, veja se ela tem o mesmo tamanho da base original. Se não tiver, acerte sempre pela parte de cima da base, onde fica a "setinha". Isso já aconteceu comigo, a base estava maior, me indicaram nivelar a parte de cima e deu super certo.
  5. Limpe sempre os históricos de erro de leitura. Nunca mande ler se ainda estiver os erros anteriores lá. Cancele todos e mande o novo.
  6. Veja se a arte não está muito perto das marcações do registro (aquela gradinha cinza que fica em volta das marcas). Sua arte não pode estar em cima dela e tão pouco muito perto, porque certamente isso poderá interferir na hora de ler.
  7. Veja se você alinhou o papel de forma correta. Como existem algumas marcas de folhas que vem tortas de fábrica, isso pode interferir na leitura também. O ideal é que você alinhe a folha sempre pela parte de cima, colocando-a certinha no risquinho da base. Não tem problema se a lateral ficar torta, mas o importante é que a parte de cima não fique.
  8. Ao colocar a base na máquina, certifique-se também que está colocando no lugar certo. Outro truque às vezes e andar um pouquinho com a base para a esquerda ou direita, se ela estiver fora da leitura, esse truque fará com que as marcas de registro sejam lidas.
  9. Veja sempre as marcações de página. Se for portrait, tem que marcar como A4, se for Cameo marque como 12x12. 
  10. Marque a opção "Exibir margem de corte" e veja se o corte está dentro dela, ela só vai cortar o que estiver dentro dessa marcação.
  11. Certifique-se de que não há papéis enroscados na máquina, na lâmina, nos roletes ou na cinta protetora. Cinta muito desgastada também pode dar problema de erro de leitura (embora tenho a minha há mais de 4 anos sem trocar e nunca deu problema por isso).
  12. Se nada disso adiantar, outro fator que pode vir a dar problema é o cache cheio. Nesse caso o ideal é desligar a máquina, tirar todos os cabos dela e da tomada, deixar descansar por algumas horas ou que sá de um dia para o outro para só aí fazer todas as ligações novamente e tentar de novo seguindo todos esses passos.
Muitas vezes o problema da silhouette nem sempre é a própria silhouette e sim quem está a comandando.
Igual uma mãe se atenta para um filho e só de olhar já sabe o que ele tem, com a silhouette é a mesma coisa, você aprendendo a conhecê-la saberá logo de cara quais as soluções para resolver os seus problemas.
Por isso é muito importante fazer cursos, pesquisar e se especializar.
Ninguém nasce sabendo, mas é muito bom aprender com quem já tem experiência no mercado.
Aprendizado nunca é demais!

Sorvete de Leite Ninho


Com o calor que temos ultimamente, temos que pensar em maneiras de nos refrescarmos e nada melhor do que essa deliciosa receita rápida e fácil de sorvete de leite ninho.

Ingredientes:

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de leite em pó
1 xícara (chá) de água

Modo de fazer:

Bata tudo no liquidificador e leve ao freezer por no mínimo 6 horas.
Antes de servir, tire uns 10 minutos do freezer.
Essa receita dá pra fazer como picolé também e não necessita de gelatina incolor.

Obs: Achei que ficou um pouco doce, mas não deixou de ficar maravilhoso, tanto no sabor quanto a cremosidade.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Ciúme do irmãozinho?

Você tem mais de um filho ou está pensando em planejar a vinda do segundo? Pois eu tenho certeza de que vai adorar o post de hoje, da nossa querida parceira Fabiana! O que aconteceria se tratássemos o famoso ciúmes do irmão de outra forma? Até que ponto não somos nós, adultos, quem o tornamos tão presente na família, com a chegada do caçula? Um texto delicioso de ler, para analisar, sentir e compartilhar!


Por Fabiana de Toledo

“A Elis é uma bebê muito sortuda! Sabe por quê? Porque ela me tem como seu irmão.” Mais de uma vez, meu primogênito Eduardo, então com três anos, arrancou sorrisos da família ao reproduzir por aí (ao seu modo, é claro) as palavras que tanto ouviu logo que sua irmã nasceu. Hoje, ao olhar para trás, vejo como esse mantra sintetiza bem o espírito com que tratamos a chegada da nossa caçulinha, há cerca de um ano e meio.

Minha barriga mal tinha despontado, quando o tal do ciúme do filho mais velho entrou em nossas vidas. Mas não foi o nosso pequeno quem o trouxe… Foram os grandes! E de toda parte: adultos da família, do círculo de amigos e até alguns desconhecidos que me viam com um rebento no ventre e outro de mãos dadas pelas ruas. Era uma avalanche de previsões e afirmativas: “o mais velho já está ciumento?”, “prepare-se! ele vai regredir!”, “olha, falar sobre a gravidez não é bom!”, “cuidado! vai deixar o primogênito enciumado!”, etc. Depois que minha bebê nasceu, então, danou-se! Aí, tudo o que acontecia era julgado como o temido ciúme mostrando as garras. Chorou? É ciúme! Comeu pouco? É ciúme! Está briguento? É ciúme! Adoeceu? É ciúme! Puxa, quantas sementes de aflição foram plantadas em meu peito, quando tudo o que eu mais precisava era de um bálsamo para abrandar os difíceis sentimentos que assolam uma recém mãe de dois. Mas sabe de uma coisa? Eu me recusei a cultivá-las! E o que não é nutrido está fadado a morrer, não é mesmo?

A verdade é que, desde que me tornei mãe, tive de me acostumar na marra com a ideia de que não dá para decifrar cada lágrima, cada olhar, cada suspiro dado pelos nossos filhos. Afinal, por mais que a gente tente traduzir os pensamentos e comportamentos dos pequenos, vira e mexe, eles nos desconcertam e mostram que o universo deles é simples (e fascinante) demais para ser convertido nas complexas (e muitas vezes cansativas) explicações do mundo adulto. Da minha parte, devo admitir: acho uma chatice essa história de ter de enquadrar esses serzinhos tão deliciosamente espontâneos nos depósitos de rótulos que muita gente grande ama.

Receber um irmão e perder o posto de filho único deve ser difícil? Claro que sim! Deve ser uma experiência tão única e cheia de nuances que me parece pobre demais reduzi-la a uma só palavra: ciúme. Ora, se até os pais – que, em tese, são maduros – têm de remexer a cintura para se adaptar à nova configuração familiar, por que com as crianças seria diferente? Confesso que sorrio amarelo quando dizem que algum jeitinho do meu filho mais velho é um reflexo desse amargo sentimento. Será mesmo? Creio que pode ser apenas as novidades trazidas pelo seu desenvolvimento. Afinal, crianças mudam o tempo todo e os desafios para guiá-las sempre se renovam. É ou não é? Então, prefiro pensar que não sei que nome dar a determinadas atitudes do meu filho… E não preciso saber! Simplesmente porque isso não me ajudará a lidar com as agruras dessa etapa de nossas vidas. Ao contrário, o que essa classificação poderá fazer é me pregar grandes armadilhas – como fazer o meu filho acreditar que é mesmo aquilo que os seus pais tanto dizem que ele é.

Aqui em casa, quando o assunto é a disputa da atenção dos pais pelos filhos, o tratamento que damos a ele é o mesmo que damos a tantos outros temas delicados que vivem nos fazendo arrancar os cabelos. Procuramos ouvir, afagar, acolher o choro, legitimar os sentimentos, falar das nossas fragilidades, enfim, respeitar a nossa criança e lhe assegurar (quantas milhares de vezes for preciso) o nosso infinito amor. Mas que fique claro: também colocamos limites, falamos grosso quando necessário e reforçamos o que é aceitável e o que não é. E sim, por vezes, também ficamos cansados e nos sentimos perdidos.

Diante das cabeludas histórias que já ouvi por aí, posso dizer que, por essas bandas, houve pouca encrenca envolvendo esse tema. E a fórmula mágica que usamos para isso, de mágica não tem nada. Apenas seguimos a promissora cartilha da criação norteada pelo afeto, que enfatiza a importância da presença, dos cuidados e da disponibilidade emocional dos pais em relação às suas crias. Fora isso, mostramos o quanto o bebê era bem-vindo e o quanto estávamos felizes, estimulamos o contato dos irmãos desde cedo e nunca dissemos que o nosso menino estava ciumento – nem para ele nem para os outros.

À base de muitos passeios, brinquedos espalhados pelo chão do quarto, filmes assistidos grudadinhos no sofá, revezamento entre pai e mãe, pedidos de “ajuda” nas tarefas com a irmã, refeições em família, colo em livre demanda, momentos proibidos para RNs, lancheiras montadas como a mamãe sempre fez e outras bobeiras dessas que, unidas, formam o tal do vínculo, vimos o Eduardo abraçar a chegada da Elis sem ter de abrir seus braços à força. E, assim, a “nossa bebê” – como sempre nos referimos a ela ao falar com o nosso garoto –, foi conquistando a todos, inclusive ao seu “irmão”, como ela carinhosamente o chama.

Modéstia às favas, posso dizer que soubemos como deixar claro para o nosso primeiro filho que ele ainda reina em nossas vidas e que só ganhou uma rainha pra compartilhar o seu trono. Quanto às crenças sociais que só servem para enfraquecer e amedrontar mães e pais e que ignoram as singularidades dos pequeninos e a sua natureza lúdica e primitiva, optamos por mostrar a língua para elas. Ihhh, acho que pode ser um sinal de que somos ciumentos (ou desobedientes) demais…

terça-feira, 5 de abril de 2016

Como traçar metas e respeitar o seu tempo

Como traçar metas e respeitar o nosso tempo

Hoje vamos discutir sobre como respeitar o seu tempo, um tema que pra mim, soa muito com colocar o pé no chão e traçar metas a partir do ponto em que você está. Fácil agora de entender, não é? Mas muitas vezes nos deparamos com histórias de pessoas que dão o “passo maior que a perna” ou que ficam admirando a grama mais verde do vizinho e não sabem batalhar para conquistar o seu. Dentro desse mercado tão livre e cheio de possibilidades, acabamos vacilando e traçando metas que atrapalham o nosso crescimento. Para que isso não aconteça eu tenho algumas dicas super básicas e importantíssimas para compartilhar com você.

Análise de mercado

Ao traçar as suas metas, nunca esqueça de fazer uma análise do mercado, quero dizer, consulte sites de busca e veja quais coisas te inspiram, aquelas que chamam a sua atenção pela composição, estilo, design, etc. Procure referências para poder te guiar ao definir as suas metas.

Faça uma auto avaliação

Após analisar o que tem de melhor no mercado, faça uma autoanálise e veja em que nível está o seu artesanato. Nesta hora deixe um pouco o ego de lado e seja muito honesto com você. Para crescermos precisamos entender que podemos melhorar sempre e assim damos continuidade ao processo de crescimento e evolução.

Estude os passos para alcançar seu objetivo

Após estes dois primeiros exercícios, analise onde você quer chegar o tente traçar o que você precisa fazer para alcançar o nível desejado. Primeiro analise a parte do desenvolvimento manual, como fazer de fato o trabalho à altura da sua referência. Anote todas as etapas que apareceram em sua mente, todas elas são de imensa importância. Quando vemos alguém com sucesso e com um trabalho excelente, precisamos lembrar o quanto ela se lapidou para chegar naquele ponto.

Estude os comportamentos da sua referência de sucesso

Analise agora os pontos de comportamento profissionais que fazem daquela pessoa uma pessoa de sucesso. Ela é uma pessoa de bem, uma pessoa que atrai pelo seu jeito de ser? Então pontue, gestos do comportamento dela que a faz ser mais notável. Desde a educação, do jeito de se portar, equilíbrio até o modo de se vestir. Todos estes pontos são imprescindíveis para nos profissionalizarmos e termos sucesso.

Como eu disse o papo é sobre colocar os pés no chão e sonhar cada vez mais alto. Quando me perguntam sobre como se resumiria Peter Paiva, eu respondo sempre: um sonhador com os pés no chão. Entenderam agora? Temos muito a melhorar e crescer sempre, basta realmente viver o nosso tempo e saber como caminhar até o sonhado. Muito obrigado pela confiança e por me deixar expressar aqui o meu modo de pensar e viver essa vida artesanal que escolhi para mim.

Desejo lhes os melhores sonhos e muita paz a todos!

Sobre Peter Paiva
Um leonino singular, um designer de sonhos. Artesão por vocação, artista por paixão, professor e apresentador de TV, tem um programa exclusivo na Rede Aparecida "Tudo Artesanal" e está diariamente no "Tudo Simples", do canal Bem Simples. Adora repassar o conhecimento que adquiriu em suas experiências internacionais e mostrar sua visão positiva e engajada sobre o artesanato. Acesse.